Mostrando postagens com marcador Canguru Repórter. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Canguru Repórter. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Canguru Repórter: Gata sobrevive a "aventura" na máquina de lavar


Gata sobrevive a "aventura" na máquina de lavar


Lindsay Rogers só queria ver as suas roupas limpas quando abriu a máquina de lavar. Mas descobriu algo além de muitas peças de vestuário: a sua gata persa Kimba! A bichana decidiu entrar na máquina, sem que a dona percebesse, quando Lindsay estava colocando as roupas sujas dentro do aparelho. A lavagem com sabão em pó, amaciante e água fria durou 30 minutos.

"Quando abri a porta, ela fez miau e colocou a cabeça para fora. Não pude acreditar que ela tivesse sobrevivido", contou Lindsay, moradora de Manly Vale, subúrbio de Sydney (Austrália).

Por causa do sabão, Kimba mal conseguia abrir os olhos. Lindsay levou o animal de estimação imediatamente a uma clínica veterinária. Sem essa intervenção, a gata, que sofria de hipotermia, teria morrido. Duas semanas depois, Kimba já estava curtindo vida normal. Longe da máquina de lavar.

Fonte: O Globo

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Canguru Repórter: Bebê cai na linha do trem e sobrevive


Milagre na Austrália: bebê cai na linha do trem e sobrevive


Melbourne, Austrália, 26 Mai 2010 (AFP) -Um bebê sofreu apenas cortes e arranhões quando o carrinho em que estava caiu entre a plataforma e os trilhos de uma estação de trens de Melbourne, no momento em que passava uma composição nesta quarta-feira, repetindo um incidente quase idêntico registrado no ano passado.

A gravação mostra a avó do bebê de 15 meses assistindo aterrorizada ao episódio, na plataforma da estação de Tooronga. O carrinho chegou a ser arrastado por alguns metros.

"A sobrevivência dele foi simplesmente um milagre!", afirmou Kate Jessop, dos serviços de emergência.

O fato lembra um incidente similar ocorrido em estação a apenas quatro km de Tooronga, quando um outro bebê, de seis meses, saiu ileso, com apenas um corte na cabeça, após o carrinho em que estava escorregar da plataforma e cair nos trilhos, quase sendo atingido por um trem em Ashburton.

Em relação ao incidente de hoje, de acordo com paramédicos, tratava-se de um carrinho duplo, que começou a se mover quando o irmãozinho de três anos do bebê decidiu sair, no momento em que a avó virava-se para um lado.

"Tudo o que ela se lembra é de ter visto o carrinho na plataforma e, ao virar, vê-lo nos trilhos, sentindo um pavor enorme", disse Jessop.

Jessop descreveu o caso como "o mais terrível pesadelo de qualquer paramédico"; estava prevendo o pior, com "horríveis imagens na minha cabeça de uma criança debaixo do trem".

"No final, não aconteceu nada mais do que alguns arranhões e muito medo", desabafou.

Fonte: France Presse/G1

terça-feira, 25 de maio de 2010

Canguru Repórter: a explicação!


Comecei mandando ver no Canguru Repórter e nem disse do que se tratava, não foi? Pois bem, essa vai ser uma seção só sobre notícias da Austrália. A priore estarão presentes os fatos que foram relatados nos meios de comunicação daqui do Brasil; mas depois, aumentarei esse leque com outras fontes.
Dado o recado? Alguma dúvida?!
É isso! ;)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Canguru Repórter: Política de Imigração


O Governo Australiano divulgou ontem (17) reformas na política de imigração. Foram reduzidas para quase a metade sua lista de categoriais profissionais necessárias; e neste corte, estão inclusos cabelereiros e cozinheiros. Detalhe: ano passado, cerca de 12% dos estrangeiros conseguiram visto para viver na Austrália após terem aprendido o ofício de cabeleireiro ou cozinheiro. [Ou seja, baby, se tu acha que vai conseguir o 'passaporte' pra felicidade cortando o cabelo do outro ou cozinhando, esquece, tá?!]

A partir do dia 1º de julho também não serão mais aceitos afinadores de piano, jornalistas [ui, entrei na reta!], administradores de hotéis ou decoradores de interiores. O ministro de Imigração australiano, Chris Evans, assegurou que a nova prioridade são formados universitários nos setores de informática, mineração e saúde, onde profissionais capacitados de outros países são mais requisitados.

A reforma afetará às mais de mil escolas privadas de formação profissional que até agora educavam milhares de estudantes, que obtinham um visto para trabalharem 20 horas por semana.

A mudança de política se junta a outras medidas introduzidas recentemente e que marcam um endurecimento na política de imigração do país. Desde o final do ano passado, o governo passou a fazer novas exigências para a concessão de vistos a estudantes estrangeiros. A renda mínima que um estudante tem que comprovar através de extratos bancários do seu o países de origem subiu de R$ 19 mil para R$ 29 mil por ano - uma média de R$ 2.500 por mês. Ao solicitar o visto nas representações consulares australianas, além de apresentar os extratos bancários, os estudantes têm que apresentar documentos como matrícula em universidade ou comprovante de trabalho fixo, para provar que tem vínculo com o país de origem e condições financeiras de se sustentar na Austrália.

O Brasil é o sexto país que mais envia estudantes anualmente para a Austrália, atrás da Índia, China, Nepal, Coreia do Sul e Tailândia, respectivamente.

Segundo dados do Departamento de Imigração, no último ano 12 mil brasileiros foram estudar na Austrália. No mesmo período, houve um aumento de 20% no número de pedidos de visto por brasileiros rejeitados por embaixadas e consulados australianos. De acordo com autoridades de imigração, esta rejeição se deve a um cuidado maior das autoridades, preocupadas com o alto número de pedidos fraudulentos.

Segundo Sandi Logan, porta-voz do Departamento de Imigração australiano, desde o segundo semestre de 2009 foram recrutados especialistas em verificação de fraudes para checar documentos de estudantes vindos do Brasil, Índia, Ilhas Maurício, Nepal, Zimbábue e Paquistão. "Com a ajuda de especialistas, detectamos um alto índice de fraudes nas documentações submetidas por cidadãos desses países", disse Logan em entrevista à rádio australiana SBS.



Fonte: Estadão/EFE